Faço o possível para viver a vida do modo mais simples possível, pensando que, afinal, encontrei as companhias certas, o caminho intermediário aceitável... quando, na verdade, as pessoas são estúpidas e ignorantes o bastante para relevarem absolutamente tudo que conheceram sobre mim. Faz tempo que nao xingo ninguem, simplesmente porque odeio isso. Prefiro me xingar na verdade, por nao conseguiu ter identificado antes tais indivíduos. Estupidez maior ainda é pensar, depois que algo já aconteceu, que "aahhh, mas E SE...". Isso sim me deixa PUTA (comigo mesma e com qualquer um que tenha essa atitude. Pura perda de tempo. ACONTECEU. FIM. Ou melhora agora ou PONTO FINAL.).
Nao sei que tipo de sensibilidade se deve ter para se aproximar das pessoas corretas que, no mínimo, te expliquem as proprias atitudes quando estas te envolvam diretamente. Acho que nenhuma afinal. Principalmente de uns anos pra cá, que já me conformei (de um certo modo) com essa "passagem" chamada "convívio em sociedade". É como aquela frase, que, no final das contas, tem sido uma das únicas verdades pra mim "E assim se concluiu que somente uma vida semelhante à vida daqueles ao nosso redor, mesclando-se a ela sem murmúrio, é vida genuína, e que uma felicidade não compartilhada não é felicidade. […] E isso era o mais perturbador de tudo."
About Me
"O comportamento de evitação é uma reação destinada a proteger a criança da desorganização comportamental. Se transferirmos esse conceito para a vida adulta, podemos ver que uma criança que evita as outras poderia muito bem se transformar numa pessoa cuja principal necessidade seria encontrar algum tipo de significado e ordem na vida que não dependesse inteiramente, ou mesmo principalmente de relações interpessoais"Anthony Storr em 'Solidão: Uma Volta a Si Mesmo', citado em 'Na Natureza Selvagem', de Jon Krakauer